8 de mai de 2014

Obras de Paulo Coelho


Nascido no Rio de Janeiro, em 1947, Paulo Coelho trabalhou como diretor e autor de teatro, jornalista e compositor, antes de se dedicar aos livros. Suas parcerias musicais com Raul Seixas resultaram em clássicos do rock brasileiro. Sua obra foi publicada em 168 países e traduzida para 80 idiomas. 

Não há dúvida que Paulo Coelho é o escritor brasileiro de maior sucesso internacional e esse mérito é devido aos seus livros surpreendentes que envolvem e ensinam de uma maneira única aqueles que os lê. Paulo já lançou mais de 15 livros e cada um representa algo diferente para os leitores. 
Escolhi 5 deles que já li para indicar como dica de leitura para que você conheça um pouco da obra desse autor brasileiro que conquistou o mundo. 


 "Cheguei à cidade depois de tomar um ônibus da linha entre Pedrafita e Compostela. Em 4 horas fizemos os 150 km que separavam essas duas cidades e me lembrei da minha peregrinação: às vezes precisava de duas semanas para percorrer essa mesma distância a pé. Dentro de pouco tempo pegarei um avião de volta para o Brasil... Tenho muito o quê fazer. Passa pela minha cabeça a ideia de escrever um livro sobre o que vivi. Mas esta é ainda uma ideia remota..." 



O jovem pastor Santiago tem um sonho que se repete. O sonho fala de um tesouro oculto, guardado perto das Pirâmides do Egito. Decidido a seguir seu sonho, o rapaz se depara com os grandes mistérios que acompanham a raça humana desde a sua criação; o Amor, os sinais de Deus, o sonho que cada um de nós precisa seguir na vida.


A loucura é a incapacidade de comunicar-se. Entre a loucura e a normalidade, que no fundo são a mesma coisa, existe um estado intermediário: chama-se ?ser diferente?. E as pessoas estavam cada vez com mais medo de ?ser diferentes?. No Japão, depois de ter pensado muito sobre a estatística que acabara de ler, me veio a idéia de escrever um livro sobre a minha própria experiência. Escrevi Veronika decide morrer na terceira pessoa, usando meu ego feminino, porque sabia que a minha experiência de internação não era o que interessava ? mas sim os riscos de ser diferente, e o horror de ser igual.


 "Quando tinha 22 anos, comecei a me dedicar ao aprendizado da magia. Passei por diversos caminhos, andei à beira do abismo, escorreguei e caí, desisti e voltei. Imaginava que, quando chegasse aos 59 anos, estaria perto do paraíso e da tranquilidade absoluta que penso ver nos sorrisos dos monges budistas. Mas a busca da paz tem seu preço, e me pergunto: até onde estou disposto a chegar?"


Minha tristeza se tornou rotina, ninguém percebe mais. Não consigo mais dormir direito. Sinto-me egoísta. Continuo tentando impressionar as pessoas como se ainda fosse criança. Choro sozinha e sem motivo no banho. Só fiz amor com vontade mesmo uma vez em muitos meses – e você sabe bem de que dia estou falando. Já considerei que tudo isso seja um rito de passagem, consequência de eu ter passado dos 30 anos, mas essa explicação não basta. Sinto que estou desperdiçando minha vida, que um dia vou olhar para trás e me arrepender de tudo o que fiz. Menos de ter me casado com você e tido nossos lindos filhos. 
- Mas isso não é o mais importante? 
Para muitas pessoas, sim. Mas para mim não é o suficiente.


E aí já conhecia o autor? Qual o seu livro favorito? Comente!  

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