Como você se enxerga?

Desde crianças somos ensinados a se encaixar em padrões: o corpo bonito é o magro, o cabelo bom é o liso, a pele bonita é a clara, o estilo aceitável é o convencional e crescemos com essas ideias que nos foram impostas vezes por nossa própria família, escola e claro pela sociedade. Quem teve o azar de nascer sem essas “qualidades” ou se adapta ao que é imposto ou é melhor se preparar para ser julgado em todos os aspectos possíveis.
A pressão para ser o que as pessoas esperam que nós sejamos só aumenta com o passar do tempo. Na escola precisamos nos moldar ou ficaremos de fora dos grupinhos. Para arrumar emprego precisamos nos encaixar em muitos padrões que nem sempre são os nossos para sermos considerados bons candidatos para certa vaga. Somos tão acostumados a mudar o que somos em razão do que é considerado “bonito” que muitas vezes acabamos perdendo nossa própria identidade.
Não é fácil ir contra a multidão, escolher o lado direito quando todos escolhem o esquerdo. A verdade é que precisamos decidir o que é mais importante: ser feliz do jeito que sou ou viver em busca de ser outra pessoa para satisfazer as expectativas alheias?
Toda escolha tem seu lado ruim, mas quando o lado bom é ser feliz não resta dúvida nenhuma de que escolhemos o certo.

“Um dia eu decidi que era linda e então passei a viver a minha vida como se eu fosse uma garota linda. Vesti cores que eu realmente gostava, usei maquiagens que me fazia sentir bonita e isso realmente ajudou. Não há nada a se fazer com o modo que o mundo te enxerga. O que importa é o que você vê. Seu corpo é seu templo, é sua casa e você precisa decorá-la.”            Gabourey Sidibe

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